segunda-feira, 28 de março de 2011

like sex!!

Minhas pernas estão bambas, meu copo treme todo por dentro. E uma onda de satisfação imensa ao saber que ainda sou capaz de provocar essas reações. Meu corpo correspondeu aos estímulos, os músculos gritando: "ainda estamos aqui por você"!!! E me sinto bem como não me sentia em anos: fórmula da felicidade: musculação. Quase tão bom quanto sexo!!!

domingo, 27 de março de 2011

Lost and found

Quando você não sabe o que fazer, 
não faça nada, espere até saber.
Quando você não sabe o que dizer, 
não diga nada até ter algo 
que valha a pena ser dito.

sexta-feira, 25 de março de 2011

quarta-feira, 23 de março de 2011

O que poderia ter sido...


Caye em Princesas
“É estranha a saudade não é? Porque não é uma coisa má em si. Quer dizer que já vivemos coisas boas de que sentimos falta. Eu, por exemplo, não sinto saudades de nada, pois nada de bom se passou que merecesse ser lembrado. Isso sim que é foda! Podemos sentir saudades de algo que ainda não aconteceu? Porque às vezes é o que sinto. Eu imagino como seriam as coisas… E me sinto triste quando me lembro de como as coisas seriam boas… porque seriam preciosas, sério… muito preciosas… E quando me dou conta de que elas ainda não aconteceram… que podem nunca acontecer.. me ponho muito triste, mas muito triste tia.”

Holy shit...


“Haverá um dia, algum dia qualquer. Nesse dia tudo será bom, encontrarás as pessoas que queres ver, comerás a comida que mais gostas, e tudo o que acontece é o que querias que acontecesse. Se ligas o rádio, estará tocando tua música favorita, (...) Isso só acontece apenas uma vez na vida, por isso tens que estar preparado. É como um desvio, como quando estás dirigindo para um lugar e te distrais, e quando vês pegou o caminho errado e já não podes voltar atrás. Esse dia é assim: um desvio! E é muito importante, porque podes escolher por onde seguir seu caminho: se por esse caminho ou por outro que não é bom! Por isso temos que estar muito atentos. Porque existem muito poucas coisas boas na vida. E se tu as perde porque passam desapercebidas, ou tu estás pensando em outra coisa, seria uma merda! Uma merda completa!”


Trecho do filme "Princesas", de Fernando León

terça-feira, 22 de março de 2011

A insustentável leveza do ser...


Apesar do título....

...não vou falar do livro de Milan Kundera, não vou falar de literatura, nem de altas filosofias, que se não preenchem a alma, pelo menos deixam o copo meio cheio.

Sabe aqueles dias casansativos, nos quais você nem tem tempo de pensar sobre se está respirando ou não? Bom, hoje foi um desses dias.

Hoje foi uma dia daqueles em que não sei muito bem onde começa o meu pé e termina a minha cabeça, na verdade meu corpo quase não tem materialidade, é só a mente funcionando, ou melhor, mecanicamente funcionando. Não há criatividade. Atuo como um autômato.

Acordar, tomar banho, dirigir uma hora até o trabalho, dar aula, comer qualquer coisa correndo, corrigir prova, assistir seminários de alunos, corrigir mais provas, entregar resultados, ouvir reclamação de aluno... afff. Acabou. Enfim, chega a noite, e posso voltar para casa.

O que significa o retorno ao lar? Que espécie de mística existe nessa sensação de saciedade e salvação que nos ocorre quando voltamos pra casa? São perguntas que me faço, e não encontro respostas. Mas como disse em outro momento, há coisas das quais devemos abdicar o entendimento.

Nessa saciedade orgasmática, que advém de estar em casa, estar sozinha, apagar as luzes do quarto, deitar na cama, posso, finalmente, pensar em mim: nos limtes da minha materialidade, e deixar o imaterial fluir sobre a colcha de pensamentos.

É nesse momento que posso me sentir, por inteira, vida, cor, cheiro, sensações.

É criativo estar só. Ouvir meus pensamentos pulsantes, almejando a inserção no mundo, desejantes de evadir os limites do claustro cerebral.

E, ao desepejar meus pensamentos, posso experimentar um certo tipo de leveza que vem me obsedando continuamente... talvez pelo fato do peso que venho carregando há tanto tempo já...
"Na vida tenho muito que dançar para aguentar o peso, e parar de pensar no erro..."(OTTO)

Então, um pouco de leveza é dedicada àquela, que reconheço, então, ser a minha alma. Cedo-lhe um pouco da tranqüilidade ao encontrar-me segura entre as quatro paredes de meu quarto... o calmo sentimento de saber-se em casa.

Porém, até quando essa levaza poderá pairar sobre os meus suspiros????

Afinal, é insustentável a leveza do ser?

Meu caminho


Andei me perguntando o que importa na vida? E definitivamente nem cheguei perto da resposta. Mas já descobri que algumas coisas não importam. Uma delas é o dinheiro, esse com certeza não importa, pode trazer conforto, mas o conforto, por sua vez , só nos faz não abrir os olhos para o que realmente tem valor. Assim também o poder não importa, pois na verdade o poder só oprime os outros e nos faz ser menos amados, pois quem nos teme pelo poder que possuímos, jamais poderá nos amar. O reconhecimento profissional sem um prazer sincero naquilo que se faz também não importa. Pois na verdade a opinião dos outros sobre nós não importa quase nada, se nós mesmos não sabemos quem somos, e acabamos sendo aquilo que os outros esperam que a gente seja. Tenho certeza de que muitos outros chegaram a essas conclusões antes de mim, mas mesmo que a gente leia ou escute alguém dizer isso, não há como saber – no sentido de ter apreendido isso dentro de si - sem chegar a essas questões por nós mesmos. Ainda temos tanto a aprender e pensar sobre isso me consola e me traz paz para continuar buscando as respostas todos os dias.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Sabendo de mim


Hoje, pela primeira vez na minha vida, abri mão de uma história de amor. Abri mão, não porque o cara não fosse legal, bonito, interessante, essencialmente bom... mas sim porque eu percebi que o estava usando, como já fiz com outras pessoas tantas vezes... usando para fugir de mim mesma, de me conhecer, de me entender, de me encontrar. Ao longo dos anos eu me vi, me apagando, me impedindo de ser quem sou, para ser o que os meus amores queriam que eu fosse. Já fui uma intelectual viciada em livros e estudo, já fui uma crupppie de banda de rock-pop baiano, já fui uma gammer, já fui uma surfista... mas nunca fui eu mesma. E justamente porque preciso descobrir quem eu sou, é que preciso estar sozinha. É preciso suportar qualquer dor que o momento me traga. É preciso encontrar a razão de ser, sentir e viver. E mesmo que eu não encontre as respostas, é meu sentido estar viva e ir em busca dessa compreensão. Pode ser que seja um chamado do divino, da espiritualidade, pode ser que seja só eu tentando achar a minha paz. Mas a verdade é que mesmo na dor, eu consigo ter orgulho de mim mesma, e ver a beleza do que estou vivendo. Sei que todos somos especiais nessa vida, cada um constrói o seu caminho, e o meu caminho não é o mesmo de ninguém. Mas o meu caminho é meu, e por ele eu quero passar... ir até o fim, para ser plena e realizar aquilo que me cabe nessa caminhada.

terça-feira, 1 de março de 2011

Giving up


Desisto!!! É impossível compreender os seres humanos. Quando estamos diante de uma pessoa que parece nos conhecer melhor que qualquer um, e diante delas despimos nossas roupas, nos despojamos de nossas máscaras e nos expomos, nus, cheios de verdade em nossos olhos, esperamos, pelo menos, respeito pela nossa entrega. É incompreensível encontrar nessa pessoa, a mudez, a indiferença. É como se nós nem tivéssemos existido, muito menos tivéssemos lhe demonstrado um pedaço tão imenso de nossas almas. E eu fico aqui a me perguntar, como alguém que viu a minha alma tão de perto, pode simplesmente não mais me enxergar???

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Labirintos

"Podes dizer-me, por favor, que caminho devo seguir para sair daqui?
Isso depende muito de para onde queres ir - respondeu o gato.
Preocupa-me pouco aonde ir - disse Alice.
Nesse caso, pouco importa o caminho que sigas - replicou o gato."
(Lewis Carroll)
Cada um tem dentro de si labirintos... e neles muitas vezes nos perdemos sem mesmo saber que estamos perdidos, às vezes o caminho parece limpo, seguro e iluminado, indicando que estamos perto da saída, qual nada, de repente nos deparamos com uma parede imensa, que nos sufoca e aprisiona - fugir se torna imperativo. Às vezes o caminhar lento por entre as veredas é tão sereno e calmo que tudo o que desejamos é simplesmente continuar caminhando. Mas novamente não há mais caminho, outro muro se impõe, e não há nada que possamos fazer senão recuar, silenciosamente, e recomeçar a busca insistente pela saída. Mas o que na verdade acabei de descobrir, é que não existem saídas, o nosso destino é esse mesmo, perambular entre os nossos próprios labirintos, apenas vivendo, sentindo, crescendo e morrendo a cada muro com o qual nos deparamos. Essa é a beleza de estarmos vivos: morrer um pouco todos os dias, para renascer na plenitude do dia seguinte.


quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011


finges dormir
para que a dor não deixe rastro no sangue.
(al berto)

Confissões à minha alma



Adia, I do believe I failed you.
Adia, I know I let you down.
Don't you know I tried so hard
To love you in my way?
It's easy let it go...

Adia, I'm empty since you left me.
Trying to find a way to carry on,
I search myself and everyone
To see where we went wrong.

'Cause there's no one left to finger,
There's no one here to blame,
There's no one left to talk to, honey,
And there ain't no one to buy our innocence.
'Cause we are born innocent.
Believe me, Adia, we are still innocent.
It's easy, we all falter...
Does it matter?

Adia, I thought that we could make it
But I know I can't change the way you feel.
I leave you with your misery,
A friend who won't betray.
I pull you from your tower,
I take away your pain,
And show you all the beauty you possess.
If you'd only let yourself believe that

We are born innocent.
Believe me, Adia, we are still innocent.
It's easy, we all falter...
Does it matter?
Believe me, Adia, we are still innocent
'Cause we are born innocent,
Adia, we are still innocent.
It's easy, we all falter...
But does it matter?

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Em busca do meu eu zen


Quando estamos completamente sozinhos, no escuro do quarto e somente nossos pensamentos nos movem em direções tão distintas, é preciso aprender a calar os pensamentos. Não pensar é tudo o que precisamos aprender. O inferno não são os outros, somos nós mesmos. A nossa paz e a nossa felicidade não depende de ninguém a não ser de nós mesmos. Devemos nos mover em direção a isso e não deixar que nada nem ninguém nos impeça de encontrar a paz que dentro de nós anseia em se libertar. É preciso se libertar de qualquer culpa, de qualquer receio, e deixar o ar preencher os pulmões de forma branda e sentir a vida que lateja dentro de nós.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Como se destrói uma ilusão...























Em meu peito, já dorido de causas muito alheias à vontade íntima, plantaste uma ilusão. Tão pequenina, que até mesmo parecia inofensiva. Disseste de sentimentos, disseste de paixão. Florida e perfumada ilusão que em mim plantaste, lentamente se agigantou, entre sorrisos e palavras, músicas e imagens. Passou a vibrar em meu sentir, essa ilusão tão desejada, de ser o espelho que projeta o melhor de si e do outro. Agora com amargor tu te afastas e agora posso ver o que a princípio não percebi. "Tu partirias tal como chegaste uma tarde para alentar meu coração mergulhado na profundidade de um desencanto." Regala-te agora com meu pranto, que derramo com toda a doçura do meu coração. Pois pranto mais sincero talvez jamais sejas capaz de despertar.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Essa noite fez frio em minha alma...


Quando algo me deixa triste é como se um vento gélido percorresse meus aposentos e, entrando pelos meus poros, se instalasse no centro de tudo o que sou, de tudo o que almejo. O frio se instala e congela os meus sonhos. Já ouviram aquela expressão "um balde de água fria", é como se eu tivesse sido diminuída e jogada num balde de água congelante, ali tudo adormece, nada respira, só o oco do silêncio submerso me circunda. Se torna até mesmo inútil chorar, pois as lágrimas pretendidas se petrificam diante dos olhos, sem permissão para serem derramadas!!! E eu suplicante tento gritar: "por favor frio, me deixe chorar!!!!"

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Um anjo meu, uma noite minha, uma música nossa


Ao ouvir um som distante, ela achou que era o vento que murmurava pelos descaminhos perdidos de seus sonhos. Então, aquela música foi lhe chegando suavemente, lhe invadindo todos os espaços de seu corpo e de sua mente. Alguém, em um outro mundo distante, compunha melodias e riscava as notas sobre a sua pele de marfim. E nessa noite, como nenhuma assim vivida antes, ela sentiu um desejo impetuoso de viver e fazer viver todas as infindas possibilidades oferecidas por aquelas melodias. Em seus sonhos e delírios, ela desejou ardentemente que ele e sua música a invadissem, por noites infinitas... Então ela sentiu seu corpo ser sacudido por um frêmito anseio de poder compreender aquele sentimento de gratidão, e um impulso confuso e inexplicável a fez desejar poder retribuir a sem tamanha beleza que lhe fazia derramar compulsivamente lágrimas de desejo. Desejo de tudo o que pode ser... desejo de um outro tempo em que somente o belo, o gentil e idílico poderiam existir. Desejo dele!!!

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Vingança?


"Eu não falo de vingança nem de perdão, o esquecimento é a única vingança e o único perdão"

Jorge Luis Borges

sábado, 22 de janeiro de 2011




Se você não pode mudar seu destino, mude sua atitude!


quarta-feira, 19 de janeiro de 2011


Tem momentos na vida, em que tudo o que se deseja é tomar uma anestesia geral!!!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Inaudito


Às vezes a vida nos pega de surpresa, e quando menos esperamos algo nos toca inesperadamente, uma música, uma palavra, mil palavras até o amanhecer do dia. E começamos a olhar para nós mesmos através do espelho que é o outro. E há tanto auto-conhecimento nessa relação que se estabelece entre duas pessoas embriagadas de suas próprias verdades, que é como se a parte que em nós respira sentisse calmamente a renovação do ar. Tudo já é sabido, tudo já se disse, e mesmo assim resiste o desejo de ouvir e falar. Mesmo que através da beleza dos acordes do piano. Uma gratidão pela beleza doada, faz de mim uma pessoa melhor a cada dia!

domingo, 9 de janeiro de 2011

Proud of me!


Acredito que a maior qualidade de uma pessoa é saber quando deve se calar. Eu na verdade nunca aprendi de fato, até então. Mas tenho me esforçado para isso. Assim como J.Mayer, eu tenho essa necessidade quase insana de me comunicar, de falar de mim, de me analisar seja em frente ao espelho, seja em frente a um público anônimo. Fato é que: a me calar nunca aprendi. Mas resolvi exercitar aos poucos essa capacidade, e ando mesmo orgulhosa de mim. Tento não argumentar, nem comigo mesma, sobre a justeza ou não das coisas que me cabem. Interrompo decisivamente o impulso de fazer-me juíza de meus pecados e dos pecados alheios. Esvazio meu coração dos preconceitos e fecho os olhos para o que julgo não merecer o desgaste de palavras e frases e textos. Textos que na verdade só desconstroem o que não sou, nem serei. Por isso é o silêncio a que me obrigo, o motivo de tanto orgulho de mim.